segunda-feira, 14 de maio de 2018

Psicologia, acupuntura e yoga


Texto equivalente à apresentação sobre a possibilidade de integração de práticas complementares à psicoterapia intitulada  "Psicologia, acupuntura e yoga, uma abordagem dos sistemas etnomédicos orientais e sua perspectiva de integração com a prática da psicoterapia" na Faculdade Metropolitana de Camaçari - FAMEC em 2018



A especificidade da medicina tradicional chinesa - MTC não torna essa prática essencialmente distinta de outros sistemas etnomédicos. Caracteriza-se na, tipologia de Arthur Kleinman (1941) para comparação de sistemas médicos como sistemas culturais, como um setor profissional, que envolve uma formação sistemática dos seus representantes ou atores distinguindo-se do setor folk (os curadores não profissionais) e popular (de senso comum). [1]

A MTC distingue-se também, como foi tese do conhecido sinólogo de Cambrigde Joseph Needham (1900-1995) por sua notável semelhança com a medicina hipocrática - a quem se atribui a origem da moderna medicina ocidental cosmopolita. O estudo etno-histórico destes distintos caminhos de desenvolvimento racional e tecnológico aos poucos vem sendo compreendido especialmente com a perspectiva de integração destes. [2]

A acupuntura médica e MTC

Enquanto campo de prática de saúde em diversas regiões do mundo inclusive na China e Brasil tanto sobrevivem os especialistas em medicina chinesa formado no processo convencional, que é a relação mestre discípulo associada ao estudo dos textos clássicos, como impõe-se uma tendência de associação da acupuntura às diversas especializações médicas e paramédicas com desempenho multiprofissional. Sendo que, no Brasil, há restrições quanto a prática de alguns segmentos profissionais, o que vem sendo feito de diversas formas pela classe médica (proibição jurídica, exclusão em cursos e congressos, etc.). A classe médica reivindica para si os direitos ao seu exercício enquanto especialidade profissional. Por sinal este reconhecimento no Brasil ocorreu décadas depois do reconhecimento por conselhos de fisioterapia e outras profissões. 

Acupuntura científica: biomedicina ou antropologia

Por outro lado como já disse em outra publicação tende-se a interpretar a acupuntura científica como acupuntura biomédica, como se as explicações desenvolvidas pelas ciências sociais não fossem uma explicação científica, ou que o entendimento dessa arte – técnica não requer a compreensão de seu contexto cultural, sua dimensão psicossocial e/ou espiritual. Ignorando-se também que o conhecimento oriental, “científico” ou não, por si só, foi suficiente, durante muito tempo, para permitir seu pleno domínio e utilização. [3]

Tornou-se um desafio para o praticante ocidental conciliar o amplo espectro de disciplinas requerido para entendimento (antropologia médica ou da saúde, etnologia, lingüística, neurociência, etc.) desse novo campo do saber que se inaugurou com o nome de “acupuntura” (acupuntura multiprofissional) e mais especificamente a “acupuntura baseada em evidências” no ocidente. [4]

Apesar das dezenas de estudos clínicos comparados a outras formas de intervenção terapêutica e comparações de tais resultados em estudos de revisões sistemáticas e meta – análise, ainda não se descartou a rotulação de pseudociência por alguns segmentos retrógados da comunidade científica.

Estudos da evidência do efeito da acupuntura visando identificar o volume de pesquisa sobre sua eficácia em revisões publicadas, identificou 183 revisões sistemáticas publicadas entre 2005 e 2014. A maioria da literatura secundária e pesquisa primária disponível referiam-se a clinica da dor, incluindo também artigos sobre a acupuntura e promoção do bem-estar, distúrbios mentais e efeitos adversos. Constatou-se que a literatura publicada disponível sobre acupuntura é extensa. Pesquisas no PubMed em 2013 identificaram quase 20.000 citações com o termo "acupuntura" e quase 1.500 ensaios clínicos randomizados (ECR) com "acupuntura" no título e, até mesmo uma série de “revisões de revisões” estão disponíveis na literatura publicada sobre acupuntura em geral ou para uma condição clínica específica. Contudo os resultados de revisões existentes sobre a eficácia da acupuntura não são conclusivos, por exemplo: uma revisão sistemática de revisões sistemáticas da acupuntura publicada entre 1996 e 2005 incluiu 35 revisões, observando-se que apenas 18 avaliações reafirmam a eficácia da acupuntura (sendo que somente 6 com excelente qualidade de pesquisa). De um modo geral a base de evidências é heterogênea e os estudos de maior qualidade estão apenas começando a emergir, desde 2002. [8]

Um outro elemento ou critério de entendimento da dificuldade de interpretação dos efeitos ou eficácia terapêutica da acupuntura pela comunidade científica ocidental é o fato de que as interpretações dos achados (evidências) clínicos do efeito da acupuntura fundamentam-se num conjunto de teorias e princípios que ainda não possuem uma unidade ou coerência, acontecendo o mesmo com os parâmetros de uso de medicamentos da fitoterapia chinesa.

Entre os fundamentos teóricos advogados como referência incluem-se a teoria das comportas (Melzack, Wall, 1965), a teoria reflexos condicionados para inibição da dor, irritação (contra irritação) e diversas versões da reflexologia em regiões pontos específicos do corpo humano e animal. Incluem-se também teorias articulando psicologia do efeito placebo e das relações estímulo – resposta; as noções de terapêutica e clínica médica fundamentadas na neurofisiologia e bioquímica celular dos efeitos da inserção de agulhas, o efeito “farpa” associado à produção de endorfinas. [5] [6] [7]

Observe-se que para um ocidental necessariamente, a antropologia médica ou da saúde (a ciência por excelência da interpretação de outras culturas) não pode ser ignorada. Há de se vencer, portanto, a barreira das culturas (etno-histórica) e a multiplicidade de idiomas. O idioma (língua) segundo Matoso Camara Jr. apresenta-se como um microcosmo da cultura. Tudo que a cultura possui se expressa através da língua; e esta é em si mesma um produto cultural. Sem resolver tal paradoxo não há de se ter uma perfeita compreensão da cultura chinesa e de suas tradições.

O estudo da história da acupuntura na China revela seu rompimento com algumas tradições "mágicas", havia referências sobre sua proibição no final do período imperial Dinastia Qing (1822) quando foi excluída do Instituto Médico Imperial por decreto do Imperador. Apesar da proibição foi mantida como interesse acadêmico, costume e tradição, sobretudo nas áreas rurais ao ponto de ser novamente proibida (1929) durante a república, juntamente com outras formas de medicina tradicional por uma crescente ocidentalização ou adoção da medicina cosmopolita, sendo apenas restaurada e incentivada como prática na primeira metade do século XX durante a revolução cultural chinesa. [9]

De qualquer forma é incontestável, no âmbito da antropologia, a evidente incorporação do conhecimento empírico proveniente de cuidadosas observações ao logo de milênios de prática, que se consolidaram no que vem sendo chamado de paradigma do Yin - Yang e dos Cinco Elementos, descrito em livros clássicos, para os orientais, a exemplo do livro do Imperador Amarelo (consolidado durante a dinastia Han (206 a.C. – 220 d.C.), documentos etnológicos brutos para o ocidental que utiliza as ferramentas conceituais da antropologia estrutural na proposição de Levi Strauss (1908 - 2009) [10]

A história da antropologia da medicina se confunde com a própria história da antropologia. Tal como ocorreu nesta disciplina já houve uma predominância de perspectivas etnocêntricas e evolucionistas que devem ser evitadas. W. H. Rivers (1864-1922), um dos mais antigos pesquisadores da área e também médico, assinala por exemplo que algumas medicinas ditas primitivas são no plano teórico mais coerentemente organizadas que a medicina científica ocidental sobretudo no plano humano e espiritual ou natural e sobrenatural. [11]

Acupuntura & Psicoterapia

Com a utilização da antropologia é possível identificar na prática da acupuntura um modelo contextualizado no conjunto multi-étnico da Ásia ou das Medicinas Antigas, como inclusive já vem sendo feito. Por exemplo a partir da constatação da utilização do conceito de racionalidades médicas empregado por Madel Luz  analisando inicialmente a homeopatia e posteriormente a própria medicina chinesa  identificando nestes similaridades conceituais na resposta  destes grupo sociais às patologia que lhes afligem, alterações da energia vital e ambiente (miasmas) que denominou como paradigma vitalista.

Segundo esta autora uma racionalidade médica ou sistema lógico e  teoricamente estruturado, tem como condição necessária e  suficiente para ser considerado como tal, a presença dos  seguintes elementos: 1. Uma morfologia (concepção anatômica); 2.  Uma dinâmica vital  ( "fisiologia" );  3. Um sistema de  diagnósticos; 4. Um sistema de intervenções terapêuticas; 5. Uma  doutrina médica (cosmologia).

Não há dúvidas que a medicina tradicional chinesa preenche esses requisitos. Uma doutrina médica (cosmologia) descrita e re-escrita no Livro do Imperador Amarelo, uma concepção da mente na China, o Shen (神 , shén) indica a atividade de pensamento, consciência, auto - percepção, vida emocional, memória e vontade, todos os quais, na concepção chinesa, dependem do coração, assim como na medicina grega pré-hipocrática. Nas medicinas antigas são surpreendentemente notáveis a concepção de mente espírito, a exemplo dos escritos de  Patanjali (publicados aproximadamente entre 200 a.C. a 400 d.C.) na Índia e/ou as descrições da lógica por Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.) a quem se atribui 
a criação da lógica como disciplina, no século IV a.C. [12] [14]

Para Laplatine, o autor de “Antropologia da doença” (1991) a ciência estuda a percepção e elabora e analisa modelos etiológicos e terapêuticos, a acupuntura possui um modelo etiológico do tipo  Exógeno/Endógeno  comparável à Endocrinologia, Neuropsiquiatria e um modelo  terapêutico distinto da alopatia e homeopatia classificado num grupo tipo Sedativo/ Excitativo comparável à medicina experimental e à moderna fisiologia médica a exemplo das proposições terapêuticas da imunologia, "Treinamento Autógeno" de J. H. Schultz (1884 -1970) e Bioenergética de W. Reich (1897 - 1957) [13]


Uma outra contribuição relevante para a psicologia que ainda necessita ser melhor compreendida é a concepção de emoção. Os sentimentos ou emoções: Raiva (agressividade / 怒 nù) ; Alegria (喜 xǐ); Preocupação (ficar pensativo 想 - si / xiǎng); Tristeza (melancolia / mágoa 悲 bēi); Medo (恐 kǒng) / Apreensão/ ansiedade (忧 yōu), são considerados correspondentes ao fluxo da energia vital – Chi nos meridianos e órgãos tanto durante o ciclo sazonal correspondente às estações do ano, como aos ciclos circadianos (24 horas) e pequenos ciclos infradianos (12/24) denominados, por eles, a pequena e a grande circulação de energia.

Em psicologia o estudo das emoções vêm sendo realizado desde sua origem como ciência e ainda não chegou a um consenso. Entre as primeiras proposições destacam-se as contribuições de William James (1842-1910) e Walter Bradford Cannon (1871-1945); a teoria dos dois fatores de Stanley Schachter (1997) e Jerome E. Singer (1934–2010)  decerto contribuindo para as matrizes dos estudos que contribuíram para atual concepção de sistema límbico, e cérebro emocional. Somando-se também a teoria psicanalítica, onde se utiliza o termo afeto (teoria dos afetos) com grandes contribuições a uma possível aproximação ao entendimento das doenças psicossomáticas na ótica oriental com suas contribuições a dinâmica da energia sexual, ansiedade e tristeza (melancolia).

Além de diversas teorias e técnicas de meditação (influenciada ou unificadas entre a China Índia e Tibet pelo Budismo) encontramos na MTC estudos correspondentes à moderna Sexologia (Medicina/ Terapia Sexual) O conhecimento sobre a reprodução e sexualidade humana também se insere numa esfera que envolve a mitologia e/ou ciência oriental conhecidas no ocidente como tantra yoga ou taoísmo do sexo abrangendo desde norma de conduta a técnicas equivalentes as utilizada na psicoterapia das disfunções orgásmicas. [15]

A unidade da Ásia

Creio não haver dúvidas quanto as vantagens da abordagem da medicina tradicional chinesa (MTC) no conjunto asiático (grego asiático) – Medicinas Antigas bem como os sistemas médicos tradicionais do Japão, da Coréia, da Índia e Tibete que formam a nossa concepção ocidental de "Medicina Oriental". Observe-se também, como assinala Corral, a Medicina Tradicional Oriental não é somente uma medicina e sim uma tradição minuciosamente transmitida através de conceitos universais do lugar existencial do homem. Suas remotas origens de mais de 5.000 anos, antecedem a concepção de “China” (中国) e podem ser consideradas pertencentes a todo oriente. [16]

Algumas diferenças básicas, entretanto podem ser assinaladas quanto ao seu desenvolvimento e características atuais. Da medicina grega (hipocrática), comparável a MTC por Needham, como visto, pouco restou de suas noções de água, fogo, terra e ar, além de sua aplicação a biotipologia humana e algumas concepções do processo saúde doença mental tais como as concepções de “melancolia” “histeria” e “paranóia” e outras noções sobre febre e energia vital conservadas pela então denominada naturopatia.  Por outro lado entre a medicina chinesa e indiana ainda conservam notáveis característica que evidenciam a dispersão e sua origem comum ou frequente contatos inter-étnicos como assinalam os antropólogos.

Uma característica importante quanto a sua incorporação/integração à cultura ocidental pode ser deduzida da forma com tais práticas chegaram ao ocidente no século XX. A acupuntura via saúde publica, com recomendações da Organização Mundial de Saúde  após a revolução cultural chinesa que a integrou à atenção primária no modelo de agentes comunitários de saúde – os conhecidos “médicos de pés descalços” atualmente conhecidos médicos rurais (village doctors) e o Yoga chegou até nós via escolas de hatha-yoga e centros de meditação inseridos na cultura espiritualista e da educação física. Ainda hoje ainda não há uma integração plena dos diversos aspectos dessas contribuições indianas. A shantala, as diversas modalidades de  yoga (tantra, raja, kria, ashtanga, hatha, etc.) são pouco conhecidas quanto a integração ao sistema que pode ser denominado com a medicina Iajurveda de origem.  [17]

A prática do yoga ou yôga no ocidente, principalmente, depende de instrutores formados em cursos de formação de Instrutores com certificado e regulamentação profissional em órgãos específicos a exemplo Federação Portuguesa de Yoga, (F.P.Y.) que constituiu-se como pessoa colectiva de direito privado sob a forma de associação destinada a promover, desenvolver, regulamentar, formar, dirigir e divulgar a prática do Yoga, em suas diversas modalidades e filosofias bem como promover e regulamentar a formação de professores de Yoga

Apesar das diversas publicações e proposições de yoga como terapia o  instrutor de yoga regulamentado no Brasil segundo De Rose 1992 desde  a década de 60 como professor de educação física especializado secretaria de Educação do Estado da Guanabara.

O yoga é uma filosofia prática de vida que objetiva transformações ou modificações da consciência, ou samádhi. Implica no estudo e treinamento de aproximadamente 108 grupos de ásana, cujo aprendizado implica em 225 horas-aula, com acompanhamento de instrutores formados e revalidados, 300 horas mínimas de práticas completas de Yôga, (sádhana) e 2000 horas mínimas de estágio monitorado em escolas reconhecidas.

Atualmente é consensual a noção de que o yoga não é nenhum tipo de ginástica nem modalidade alguma de Educação Física, compreende técnicas corporais, bioenergéticas, emocionais, mentais, com algumas que não podem sequer ser ensinados por livros, e são considerados secretos apreendidos em ritos de iniciação associados ao domínio da meditação, e prática corporal, enfim é uma forma de terapia que faz parte da medicina Ayurveda. [18] [19] [20]

No Brasil a acupuntura está regulamentada pela portaria nº 971 que aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde em 3 de maio de 2006, admitida no SUS como prática multiprofissional.  A medicina ayurvédica, a  shantala e yoga foram somente foram anexados às práticas do SUS, através portaria  849/2017 que anexou 14 novos procedimentos à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICs) do SUS .

A integração das práticas da acupuntura associadas ao sistema indiano de chakras e meditação, como vem sendo proposto no ocidente, apesar de diversos livros e artigos publicados, ainda pode ser considerado experimental. Existem proposições tanto de integrar a pratica da acupuntura a meditação (inclusive há diversas escolas de meditação taoista, budista e exercícios chineses) como de realizar agulhamento, estimulação física na região dos chakras interpretando estes como plexos nervosos e sistemas integrados de regulação hormonal e comportamento. [22] [23]

Contudo, como dito, ainda não existe uma aprovação consensual ou reconhecimento de grande parte da comunidade científica. Aguarda-se talvez um acúmulo maior de explicações imperfeitas e teorias falhas, o que na ótica de Thomas Kuhn, (1962) é o limite de mudança de paradigmas. As anomalias - quer dizer, a incapacidade de dar conta dos fenômenos observados, induzirão ao surgimento de novas teorias que podem vir a lograr êxito, unificar-se e solidificar-se como pratica dos integrantes da comunidade cientifica de que fazem parte, o que findará por substituir o anterior. Sendo assim uma mudança de paradigma no processo de constitui as revoluções científicas. [24]

Algumas referências

1. KLEINMAN, Arthur Concepts and a Model for the comparison of Medical Systems as Cultural Systems. IN: CURRER,C e STACEY,M / Concepts of Health, Illness and Disease. A Comparative Perspective, Leomaington 1986

2. NEEDHAM, Joseph; Gwei-Djen, Lu. Celestial lancets a history and rationale of acupuncture and moxa. USA, Cambridge University Press, 1980

3. COSTA, Paulo Pedro P. R. Acupuntura científica uma reflexão. Acupuntura Ciência & Profissão. abril de 2012
http://etnomedicina.blogspot.com.br/2012/04/tende-se-interpretar-acupuntura.html

4. ROSSETTO, Suzete Coló. Acupuntura Multidisciplinar. SP, Editora Phorte, 2012

5. MELZAC, Ronald. A percepção da dor. Scientific American, Fev.,1961 in MAcGaug. J.L.; Weinberger, N.M.; Whalen (org) Psicobiologia, as bases biológicas do comportamento, Textos do Scientific American. trad Aratangy, L. SP Polígno, 1970

6. DUMITRESCU, Ioan Florin. Acupuntura científica moderna. SP, Andrei, 1996

7. PETTI, F; BANGRAZI, A; LIGUORI, A; REALE, G; IPPOLITI, F. Effects of acupuncture on immune response related to opioid-like peptides. Journal of traditional Chinese medicine V18. N 1, March, 1998, (Abstract, http://europepmc.org/abstract/MED/10437265 Acesso maio de 2018)

8. HEMPEL S, TAYLOR SL, SOLLOWAY MR, et al. Evidence Map of Acupuncture [Internet]. Washington (DC): Department of Veterans Affairs (US); 2014 Jan. Available from: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK185072/

9. WHITE, A.; Ernst, E. A brief history of acupuncture. Rheumatology 2004;43:662–663 doi:10.1093/rheumatology/keg005

10. LÉVI-STRAUSSLevi-Strauss, Claude. Pensamento Selvagem SP, Cia Ed Nacional, 1976

11. QUEIROZ, Marcos de Souza; CANESQUI, Ana Maria. Antropologia da medicina: uma revisão teórica. Rev. Saúde Pública,  São Paulo ,  v. 20, n. 2, p. 152-164,  Apr.  1986 .   Available from . access on  14  May  2018. 

12. MACIOCIA, G. Shen and hun: psyche, in, chinese medicine. http://maciociaonline.blogspot.com.br/2012/11/shen-and-hun-psyche-in-chinese-medicine.html Aces. Maio de 2018

13. LAPLATINE, François. Antropologia da Doença. SP, Martins Fontes, 1991

14. ELIADE, Mircéia. Patanjali e o yoga. Lisboa: Relógio d’água, 2000

15. COSTA, Paulo Pedro P. R. Kama Sutra & Tantra Yoga uma análise a partir da sexologia, psicanálise. https://pt.scribd.com/doc/24375517/KAMA-SUTRA

16. CORRAL, José Luis Padilla. Fundamentos da medicina tradicional oriental: Curso de acupuntura. SP, Roca, 2006

17. Hu D, Zhu W, Fu Y, et al. Development of village doctors in China: financial compensation and health system support. International Journal for Equity in Health. 2017;16:9. doi:10.1186/s12939-016-0505-7.

18. DE ROSE Yoga - Mitos E Verdades. SP, Nobel, 1992 Disponível no Google Livros Maio, 2011

 19. HERMÓGENES, José. Yoga para nervosos. RJ: Record, 1969.

 20. ELIADE, Mircea. Yoga, imortalidade e liberdade. SP: Palas Athena, 1996

21. FRAWLEY, D. Ayurveda and the mind. Twin Lakes, Wis.,Lotus Press, 1996 apud: FEUERSTEIN, Georg. A tradição do yoga, história, literatura, filosofia e prática. SP, Pensamento - Cultrix, 2006

22. STUX, Gabriel M.D. Acupuntura de chakra (Tradução: COSTA Paulo Pedro P. R.) Acupuntura Ciência & Profissão. 20 de junho de 2013 http://etnomedicina.blogspot.com.br/2013/06/acupuntura-de-chakra.html

23. CROSS John R. Acupuntura e o sistema de energia dos chakras SP: Manole, 2017

24. KUHN, Thomas. Estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1978

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